Sabes, já faz algum tempo que não tenho vontade de sorrir... Estou demasiado cansada, mas hoje, sorri com esta fabulosa t-shirt! Podes sem dúvida, dedicar-te mais à curta-metragem.
Não te conheço enquanto pessoa, como comentador político admiro-te...!
"A pessoa humana define-se pela liberdade."
"Ser Homem é ser livre."
"A liberdade de pensar é a liberdade de ser."
Tu és a prova de que estas frases não foram escritas ao acaso. Tens a liberdade de exprimir o pensamento e de realizar na acção.
Obrigado pelas simpática palavras, mas permite-me fazer apenas uma ressalva: não sou propriamente comentador político, mas apenas alguém que acha que tem algo para dizer.
Quanto às curtas-metragens virão mais. Não fora o tempo que é preciso perder com elas e viriam ainda mais.
Vejo com agrado que continua a ser visitante do Golegã XXI.
Respondendo em concreto à sua questão: eu acho que quem tomou a iniciativa de criar as ciclovias (estas e outras) o fez com boa intenção, procurando inovar. Acontece que resultou demasiado mal, porque esta como outras - lá iremos com mais "curtas-metragens" para o demonstrar - não cumprem com os requisitos mínimos que uma ciclovia deve ter, desde logo o facto de ter que ser obrigatoriamente partilhada com trânsito automóvel, até pesado.
Quem "manda-e-pode" viu. Mandou colocar um traço contínuo e reflectores de pavimento, mas tudo fica igual porque a via remanescente não tem largura suficiente para que o trânsito, nomeadamente o pesado, possa circular deixando a ciclovia para quem supostamente devia ser - os ciclistas.
A questão é muito clara: na José Relvas, ou acaba o estacionamento ou acaba a ciclovia. Como me parece despropositado acabar com o estacionamento, é claro que tem que se eliminar a ciclovia.
Só que para acabar a ciclovia, teria que se assumir que é um erro, o que é uma grande chatice.
O que não podemos é continuar a ter ciclovias só para dizer que as temos (até para dizer que isso nos distingue). Ou são funcionais, seguras e resolvem problemas, ou as ruas ficam como estavam.
Nem tudo o que é inovação resulta bem. Como aqui se comprova.
4 comentários:
Olá José,
Sabes, já faz algum tempo que não tenho vontade de sorrir...
Estou demasiado cansada, mas hoje, sorri com esta fabulosa t-shirt!
Podes sem dúvida, dedicar-te mais à curta-metragem.
Não te conheço enquanto pessoa, como comentador político admiro-te...!
"A pessoa humana define-se pela liberdade."
"Ser Homem é ser livre."
"A liberdade de pensar é a liberdade de ser."
Tu és a prova de que estas frases não foram escritas ao acaso.
Tens a liberdade de exprimir o pensamento e de realizar na acção.
Boa noite Sara,
Obrigado pelas simpática palavras, mas permite-me fazer apenas uma ressalva: não sou propriamente comentador político, mas apenas alguém que acha que tem algo para dizer.
Quanto às curtas-metragens virão mais. Não fora o tempo que é preciso perder com elas e viriam ainda mais.
Ah! E virão seguramente mais fabulosas t-shirt's.
Obrigado pela participação e volta sempre.
Boa noite caro JGL:
Também eu um dia já escrevi sobre este fantástico tema das ciclovias
"http://jovemcomentador.blogspot.com/2009/04/na-golega-so-pe.html"
mas será que quem de direito manda e pode não vê??
Enfim ADOREI o video!
JC
Olá Caro JC,
Vejo com agrado que continua a ser visitante do Golegã XXI.
Respondendo em concreto à sua questão: eu acho que quem tomou a iniciativa de criar as ciclovias (estas e outras) o fez com boa intenção, procurando inovar. Acontece que resultou demasiado mal, porque esta como outras - lá iremos com mais "curtas-metragens" para o demonstrar - não cumprem com os requisitos mínimos que uma ciclovia deve ter, desde logo o facto de ter que ser obrigatoriamente partilhada com trânsito automóvel, até pesado.
Quem "manda-e-pode" viu. Mandou colocar um traço contínuo e reflectores de pavimento, mas tudo fica igual porque a via remanescente não tem largura suficiente para que o trânsito, nomeadamente o pesado, possa circular deixando a ciclovia para quem supostamente devia ser - os ciclistas.
A questão é muito clara: na José Relvas, ou acaba o estacionamento ou acaba a ciclovia. Como me parece despropositado acabar com o estacionamento, é claro que tem que se eliminar a ciclovia.
Só que para acabar a ciclovia, teria que se assumir que é um erro, o que é uma grande chatice.
O que não podemos é continuar a ter ciclovias só para dizer que as temos (até para dizer que isso nos distingue). Ou são funcionais, seguras e resolvem problemas, ou as ruas ficam como estavam.
Nem tudo o que é inovação resulta bem. Como aqui se comprova.
Volte sempre e cumprimentos.
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