Tudo junto em mais um momento de humor.
sexta-feira, 27 de março de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
CRISE SOCIAL E A PROTECÇÃO DOS IDOSOS
Os efeitos da crise têm produzido na sociedade portuguesa os mais imaginativos e criativos processos de conseguir dinheiro fácil, normalmente ilícitos, além ter potenciado a criminalidade violenta e o crime organizado. Essa criminalidade tem vindo a acentuar-se de forma bem vincada, sendo recorrentes alvos pessoas mais fragilizadas pelas contingências da própria vida, como são os idosos.
Manuel de Lemos, Presidente da União das Misericórdias Portuguesas, alertou não à muito tempo para o facto de algumas famílias estarem a tirar os idosos das instituições de solidariedade social, no sentido de se financiarem com as suas reformas, manifestando imensa preocupação não obviamente em relação ao facto da convivência familiar que esse regresso a casa proporcionará, mas acima de tudo na eventual e presumível falta de condições ideais para proporcionar aos idosos uma assistência consentânea com as suas necessidades.
As burlas a idosos são uma constante, por serem um alvo normalmente desprotegido, pouco informado e fragilizado pelas circunstâncias próprias em que vivem. O isolamento geográfico, a pouca instrução e informação, o parco ou inexistente apoio permanente familiar, a debilidade física e às vezes mental, fazem destes um alvo fácil à burla, que urge combater.
Os "lares" e as "residenciais", que não passam muitas vezes de albergues improvisados onde se empacotam pessoas idosas a troco de umas centenas de euros mensais, proliferam sem que contudo satisfaçam as condições mínimas exigíveis, quer em termos orgânicos e funcionais, quer pela falta de formação adequada dos seus colaboradores, quer pela ausência de assistência médica eficaz, quer pela ausência de quase tudo aquilo que os "hóspedes" carecem e, mais importante, merecem.
A crise económica rapidamente se transformou numa assombrosa crise social, não andássemos nós no limiar da instabilidade à muito tempo. Vai valendo tudo, por quase nada. Hoje por hoje, está em risco a coesão social, com os pobres cada vez mais pobres, com os desprotegidos cada vez mais desprotegidos, com os fragilizados cada vez mais expostos à energúmena insensibilidade dos biltres que, qual república das bananas, vão espalhando o terror em gente que merece tudo menos passar o resto dos seus dias desejando não tê-los passado.
Também é de nós, todos nós, que depende a inversão deste putrefacto estado de coisas.
Manuel de Lemos, Presidente da União das Misericórdias Portuguesas, alertou não à muito tempo para o facto de algumas famílias estarem a tirar os idosos das instituições de solidariedade social, no sentido de se financiarem com as suas reformas, manifestando imensa preocupação não obviamente em relação ao facto da convivência familiar que esse regresso a casa proporcionará, mas acima de tudo na eventual e presumível falta de condições ideais para proporcionar aos idosos uma assistência consentânea com as suas necessidades.
As burlas a idosos são uma constante, por serem um alvo normalmente desprotegido, pouco informado e fragilizado pelas circunstâncias próprias em que vivem. O isolamento geográfico, a pouca instrução e informação, o parco ou inexistente apoio permanente familiar, a debilidade física e às vezes mental, fazem destes um alvo fácil à burla, que urge combater.
Os "lares" e as "residenciais", que não passam muitas vezes de albergues improvisados onde se empacotam pessoas idosas a troco de umas centenas de euros mensais, proliferam sem que contudo satisfaçam as condições mínimas exigíveis, quer em termos orgânicos e funcionais, quer pela falta de formação adequada dos seus colaboradores, quer pela ausência de assistência médica eficaz, quer pela ausência de quase tudo aquilo que os "hóspedes" carecem e, mais importante, merecem.
A crise económica rapidamente se transformou numa assombrosa crise social, não andássemos nós no limiar da instabilidade à muito tempo. Vai valendo tudo, por quase nada. Hoje por hoje, está em risco a coesão social, com os pobres cada vez mais pobres, com os desprotegidos cada vez mais desprotegidos, com os fragilizados cada vez mais expostos à energúmena insensibilidade dos biltres que, qual república das bananas, vão espalhando o terror em gente que merece tudo menos passar o resto dos seus dias desejando não tê-los passado.
Também é de nós, todos nós, que depende a inversão deste putrefacto estado de coisas.
OS MEUS ARQUIVOS
Numa imensidão de arquivos que vou procurando ordenar (tarefa árdua e exaustiva, em especial quando o tempo é tão pouco) juntamente com outra imensidão de arquivos do meu pai, vou descobrindo coisas engraçadas, que algumas irei a partir de hoje partilhar convosco.
Temos uma série de material de campanhas autárquicas passadas, que irei procurar digitalizar e arquivar em suporte digital, para que para aqui possam vir. Estou certo que quem gosta de recordar estas coisas não deixará de aproveitar para fazer o download e ficar também com estas memórias.
Começo hoje com um folheto de propaganda eleitoral do Partido Socialista, relativo às eleições autárquicas de 1985 (já é uma relíquia com 24 anos!!), candidatura personificada pelo saudoso Engº Melancia Godinho.
Temos uma série de material de campanhas autárquicas passadas, que irei procurar digitalizar e arquivar em suporte digital, para que para aqui possam vir. Estou certo que quem gosta de recordar estas coisas não deixará de aproveitar para fazer o download e ficar também com estas memórias.
Começo hoje com um folheto de propaganda eleitoral do Partido Socialista, relativo às eleições autárquicas de 1985 (já é uma relíquia com 24 anos!!), candidatura personificada pelo saudoso Engº Melancia Godinho.
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quarta-feira, 25 de março de 2009
MOMENTO DE HUMOR
Por ser um tema actual (sempre actual à anos!) deixo-vos um momento divertido do infelizmente já extinto programa de stand-up comedy da SIC, o "Manobras de Diversão", com Marco Horácio, Bruno Nogueira e Manuel Marques.
Divirtam-se.
Divirtam-se.
ALTERAÇÕES DE TRÂNSITO - R TIMOR LOROSAE
A Câmara Municipal da Golegã introduziu alterações ao trânsito na intersecção da Rua Timor Lorosae com a Margarida Relvas a partir de hoje.
Assim, se vier da Timor Lorosae no sentido da rotunda da Oliveira, junto ao Ecomarché, terá que contornar o triângulo pela direita (que estará já a ser alvo de alteração de forma a permitir a viragem de trânsito pesado, "apanhar" a D.Margarida Relvas e prosseguir para a rotunda, fazendo uma espécie de "S".
Outra alteração relevante, prende-se com a alteração introduzida para quem vem da Margarida Relvas e pretende virar à esquerda para a Timor Lorosae: é melhor fazê-lo antes do triângulo (café "O Pêssego") - tendo a possibilidade de seguir à esquerda pela rua Dr. Joaquim Mendes de Carvalho Galvão Figueiredo (ufa!!), entre outras - ou então terá que ir à rotunda e voltar a entrar, podendo aí sim seguir pela Timor Lorosae.
Atenção especial à sinalização vertical STOP, um pouco estranha, em especial para quem vem da rotunda, uma vez que mesmo que veja (e vê muito bem) que não venha trânsito da Timor Lorosae, será sempre obrigado a parar (não apenas a abrandar) - dá "carta fora". Será pois aconselhável a todos nós automobilistas especial prudência, atendendo a esta repentina alteração.
As alterações recentemente introduzidas na Timor Lorosae, para controle de velocidade e agora estas, mostram na realidade que a passagem de trânsito pesado rumo a sul (Azinhaga) não é uma boa solução porque não cumpre os objectivos de eficácia previstos. Este facto aconselha vivamente encontrar-se uma alternativa, que parece que está já a ser idealizada (Golegã em Notícia último) e com a qual concordo em absoluto. Aparentemente e sem aprofundar, parece-me que, mantendo os constrangimentos nos acessos a pesados pelo centro da Vila, São Miguel - aos Álamos - poderá ser a solução, ainda que com algumas resistências para vencer, nomeadamente o facto de se constituir como uma alternativa aparentemente onerosa, até porque implicará a aquisição (penso eu) de parcelas de terreno relevantes.
De qualquer forma aqui fica a informação, com cópia do Edital hoje publicitado (retirada do site da CMG) e que aqui partilho convosco.
Assim, se vier da Timor Lorosae no sentido da rotunda da Oliveira, junto ao Ecomarché, terá que contornar o triângulo pela direita (que estará já a ser alvo de alteração de forma a permitir a viragem de trânsito pesado, "apanhar" a D.Margarida Relvas e prosseguir para a rotunda, fazendo uma espécie de "S".
Outra alteração relevante, prende-se com a alteração introduzida para quem vem da Margarida Relvas e pretende virar à esquerda para a Timor Lorosae: é melhor fazê-lo antes do triângulo (café "O Pêssego") - tendo a possibilidade de seguir à esquerda pela rua Dr. Joaquim Mendes de Carvalho Galvão Figueiredo (ufa!!), entre outras - ou então terá que ir à rotunda e voltar a entrar, podendo aí sim seguir pela Timor Lorosae.
Atenção especial à sinalização vertical STOP, um pouco estranha, em especial para quem vem da rotunda, uma vez que mesmo que veja (e vê muito bem) que não venha trânsito da Timor Lorosae, será sempre obrigado a parar (não apenas a abrandar) - dá "carta fora". Será pois aconselhável a todos nós automobilistas especial prudência, atendendo a esta repentina alteração.
As alterações recentemente introduzidas na Timor Lorosae, para controle de velocidade e agora estas, mostram na realidade que a passagem de trânsito pesado rumo a sul (Azinhaga) não é uma boa solução porque não cumpre os objectivos de eficácia previstos. Este facto aconselha vivamente encontrar-se uma alternativa, que parece que está já a ser idealizada (Golegã em Notícia último) e com a qual concordo em absoluto. Aparentemente e sem aprofundar, parece-me que, mantendo os constrangimentos nos acessos a pesados pelo centro da Vila, São Miguel - aos Álamos - poderá ser a solução, ainda que com algumas resistências para vencer, nomeadamente o facto de se constituir como uma alternativa aparentemente onerosa, até porque implicará a aquisição (penso eu) de parcelas de terreno relevantes.
De qualquer forma aqui fica a informação, com cópia do Edital hoje publicitado (retirada do site da CMG) e que aqui partilho convosco.

CRISE SÓ PARA ALGUNS
"Vitorino ganha 5000 por reunião. O ex-comissário europeu, António Vitorino, ganha 5000 euros por cada reunião a que preside como presidente da mesa da Assembleia Geral da Brisa, de acordo com o relatório anual de bom governo das sociedades, ontem disponibilizado no sítio da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).António Vitorino assumiu a presidência da mesa da Assembleia Geral da Brisa a 12 de Setembro de 2007, substituindo no cargo Vasco Vieira de Almeida. O seu mandato é de quatro anos.
Segundo apurou o CM junto de fontes da Brisa a escolha de António Vitorino ficou a dever-se, além do prestígio do ex-ministro da Defesa, ao profundo conhecimento do Código das Sociedades Comerciais, uma condição considerada fundamental para a boa condução dos trabalhos numa Assembleia Geral.
A remuneração de António Vitorino foi proposta pela Comissão de Remunerações da Brisa, presidida pelo ex-presidente do BCP, Jardim Gonçalves.
No mesmo relatório a concessionária de auto-estradas revela que a Comissão Executiva, liderada por Vasco de Mello, recebeu uma remuneração global de 3,9 milhões de euros, entre prémios, salários--base e remunerações variáveis.
Em média, os cinco membros da Comissão Executiva receberam 793 mil euros de remunerações em 2008.
Os membros não-executivos ganharam uma remuneração fixa global de 607 mil euros, o que representa uma remuneração média de 75 mil euros por ano para cada administrador.
Em 2007, os quadros médios e superiores da Brisa receberam 5,3 milhões de euros, a que acresceu uma remuneração variável de 828 mil euros.
Os pagamentos foram realizados com base no comportamento e resultados da empresa referentes a 2006. "
In Correio da Manhã, 24/03/09
terça-feira, 24 de março de 2009
À MULHER DE CÉSAR NÃO BASTA SER SÉRIA, TAMBÉM TEM QUE PARECER
Ainda a propósito do artigo que aqui partilhei convosco intitulado "ERRARE HUMANUM EST, às vezes e para alguns" e porque todos nós somos um pouco como a mulher de César e, como se isto não bastasse, quem não se sente não é filho de boa gente, permitam-me dar apenas uma pequena achega ao antes escrito.
O Sr. Presidente da CPC/PS da Golegã insinuou, ou melhor, afirmou no site oficial do seu partido, que eu teria manipulado um facto para iludir e enganar os que têm feito o favor de serem visitantes deste espaço, tendo sido o inventor de que os eleitos do PS teriam sugerido o aumento das taxas de derrama e IMI para o máximo que a lei permite. Mas não foi assim, como agora demonstro inequivocamente.
O Sr. Presidente da CPC/PS da Golegã insinuou, ou melhor, afirmou no site oficial do seu partido, que eu teria manipulado um facto para iludir e enganar os que têm feito o favor de serem visitantes deste espaço, tendo sido o inventor de que os eleitos do PS teriam sugerido o aumento das taxas de derrama e IMI para o máximo que a lei permite. Mas não foi assim, como agora demonstro inequivocamente.
Enganar-me-ei muitas vezes, seguramente mais que aquelas que desejaria, mas, repito, mentir não faz parte da minha forma de estar. Disso podem ficar seguros todos os que por aqui passam e que por aqui deixam os seus contributos.Este é apenas o meu canto partilhado, onde digo o que penso, o que sinto e o que me apetece, simplesmente porque posso fazê-lo e não menos importante porque quero fazê-lo, sempre disposto e determinado ainda assim a respeitar a divergência e os divergentes, sempre disponível a rectificar erros e lapsos.
MEDIDAS PARA ATENUAR OS EFEITOS DA CRISE
Estou um pouco confuso com uma parte da história das medidas que visam atenuar os efeitos da crise e implementadas pela CMG, sob proposta dos eleitos do PS e aprovadas pelos mesmos e pelo eleito do PSD, pelo razões que mais abaixo vos explico.
Li-as com atenção e concordo com elas na generalidade, sendo que umas já existiam havendo sido alvo de algum reforço de dotação orçamental, outras, novas, fazem sentido atendendo à gravidade das circunstâncias. Dependendo da duração da crise, suspeito que outras tenham que ser equacionadas indo um pouco mais longe à imagem do que foi feito noutros Concelhos, ainda que com especificidades necessariamente diferentes é certo e, logo, com necessidades e carências também elas diferentes.
Concordo acima de tudo com a necessidade de intervenção dos organismos do Estado, logo CM incluídas, no intuito de salvaguardar a coesão social, de proteger os seus cidadãos mais desprotegidos e de procurar, promover e incentivar algumas medidas de contra-ciclo, apoiando-as e esclarecendo-as.
Porém, junto com o pack das medidas, vem sempre o aproveitamento político, compreensível se justo e se propagandeado com moderação.
E sobre esta matéria, pelo que li, existe uma incongruência sobre o mesmo assunto, se lido sobre a perspectiva do PS ou do PSD. E como relativamente à mesma questão (às vezes) não pode haver duas verdades, confesso que fiquei um pouco confuso, como confusos ficaram por certo os que acompanham os sites dos partidos políticos cá do burgo. Senão vejamos.
1 - Em 08/02/09 escreve no seu site a Comissão Política do PSD/Golegã que propôs, aquando da aprovação do pacote em apreço, mais três medidas que são e passo a transcrever:
a) Um idoso, que viva sozinho, com o salário mínimo nacional e que tem uma medicação de elevado valor, mas que é imprescindível para a sua sobrevivência e/ou qualidade de vida, mas, dado o seu rendimento per capita, exceder, o valor de 50% do Salário Mínimo Nacional, não beneficia da medida relativa à saúde;
b)A hipótese de redução de taxas, como as de publicidade em veículos, sonora, diversa, ou taxas de exploração de esplanadas;
c)A hipótese de a medida comportada apenas para as empresas, relativa à redução da taxa de água e saneamento, fosse alargada em três casos: 1) Desempregados, 2) Famílias numerosas e 3) Idosos com mais de 65 anos.
1 - Em 03/03/09, escreve o Sr. Presidente da Comissão Política do PS/Golegã no site oficial do seu partido que e passo a citar "Pelo contrário, a única medida, repito, a única medida proposta pelo PSD, que esqueceu as pessoas e preferiu as empresas, através de uma proposta de redução da taxa de Derrama (sem qualquer estudo a sustenta-la), só viria a ter efeitos em meados de 2010. As diferenças saltam à vista e são óbvias."
Resumindo, o PSD afirma que propôs medidas para claro benefício desempregados, famílias numerosas e idosos com mais de 65 anos, enquanto o PS afirma que o PSD apenas apresentou propostas visando as empresas e esquecendo as pessoas.
A não ser que em relação a isto existam duas verdades, a minha verdade é que fiquei confuso e pouco esclarecido.
Li-as com atenção e concordo com elas na generalidade, sendo que umas já existiam havendo sido alvo de algum reforço de dotação orçamental, outras, novas, fazem sentido atendendo à gravidade das circunstâncias. Dependendo da duração da crise, suspeito que outras tenham que ser equacionadas indo um pouco mais longe à imagem do que foi feito noutros Concelhos, ainda que com especificidades necessariamente diferentes é certo e, logo, com necessidades e carências também elas diferentes.
Concordo acima de tudo com a necessidade de intervenção dos organismos do Estado, logo CM incluídas, no intuito de salvaguardar a coesão social, de proteger os seus cidadãos mais desprotegidos e de procurar, promover e incentivar algumas medidas de contra-ciclo, apoiando-as e esclarecendo-as.
Porém, junto com o pack das medidas, vem sempre o aproveitamento político, compreensível se justo e se propagandeado com moderação.
E sobre esta matéria, pelo que li, existe uma incongruência sobre o mesmo assunto, se lido sobre a perspectiva do PS ou do PSD. E como relativamente à mesma questão (às vezes) não pode haver duas verdades, confesso que fiquei um pouco confuso, como confusos ficaram por certo os que acompanham os sites dos partidos políticos cá do burgo. Senão vejamos.
1 - Em 08/02/09 escreve no seu site a Comissão Política do PSD/Golegã que propôs, aquando da aprovação do pacote em apreço, mais três medidas que são e passo a transcrever:
a) Um idoso, que viva sozinho, com o salário mínimo nacional e que tem uma medicação de elevado valor, mas que é imprescindível para a sua sobrevivência e/ou qualidade de vida, mas, dado o seu rendimento per capita, exceder, o valor de 50% do Salário Mínimo Nacional, não beneficia da medida relativa à saúde;
b)A hipótese de redução de taxas, como as de publicidade em veículos, sonora, diversa, ou taxas de exploração de esplanadas;
c)A hipótese de a medida comportada apenas para as empresas, relativa à redução da taxa de água e saneamento, fosse alargada em três casos: 1) Desempregados, 2) Famílias numerosas e 3) Idosos com mais de 65 anos.
1 - Em 03/03/09, escreve o Sr. Presidente da Comissão Política do PS/Golegã no site oficial do seu partido que e passo a citar "Pelo contrário, a única medida, repito, a única medida proposta pelo PSD, que esqueceu as pessoas e preferiu as empresas, através de uma proposta de redução da taxa de Derrama (sem qualquer estudo a sustenta-la), só viria a ter efeitos em meados de 2010. As diferenças saltam à vista e são óbvias."
Resumindo, o PSD afirma que propôs medidas para claro benefício desempregados, famílias numerosas e idosos com mais de 65 anos, enquanto o PS afirma que o PSD apenas apresentou propostas visando as empresas e esquecendo as pessoas.
A não ser que em relação a isto existam duas verdades, a minha verdade é que fiquei confuso e pouco esclarecido.
segunda-feira, 23 de março de 2009
AS "JOTAS" - NO MEU TEMPO JÁ ERA ASSIM

Já era assim no "meu tempo" a captação de militância para as "jotas". Nos cafés, nas partidas de snooker, nos fora d´horas jogos "da batota" à sueca e entre umas imperiais, nas associações de estudantes das escolas e das universidades. Também nas actividades desportivas e culturais. Sempre me lembro de ser assim. Em todas as "jotas", sempre que se detectava alguém mais activo, mais interessado era feito o convite da ordem. Os convites tinham sempre algo de político mais substancial, mas também de modas, de tendências circunstanciais, de círculos de amizades.
Muitos que conheço foram convidados para tudo o que eram "jotas" e nunca foram. Outros não foram por razões já de enraizamento e enquadramento ideológico contrário. Muitos foram porque foram, porque tinham lá os amigos e era "fixe". Outros escolheram as "jotas" que quiseram e outros ainda foram escolhidos. Uns fizeram "carreira" nas "jotas", mas muitos não. Uns colhem hoje os frutos de terem sido um "jota", mas muitos outros não.
Como hoje, já no meu tempo era assim.
Nada de especial.
Muitos que conheço foram convidados para tudo o que eram "jotas" e nunca foram. Outros não foram por razões já de enraizamento e enquadramento ideológico contrário. Muitos foram porque foram, porque tinham lá os amigos e era "fixe". Outros escolheram as "jotas" que quiseram e outros ainda foram escolhidos. Uns fizeram "carreira" nas "jotas", mas muitos não. Uns colhem hoje os frutos de terem sido um "jota", mas muitos outros não.
Como hoje, já no meu tempo era assim.
Nada de especial.
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